História

                                    

 

 

              A história da Contabilidade Oriente se iniciou quando Sr. Aurenor Araújo Gomes, contador, pai de 4 filhos pediu demissão do Banco da Bahia na capital do estado, depois de assumir gradativa e involuntariamente três carteiras neste banco e ficar sem subsídios para realizar tanto trabalho, tomou a decisão no ano de 1972, deixando de servir à Associação Comercial da Bahia, da qual o banco fazia parte.

 

              Logo recebeu uma proposta do seu cunhado, Davi Vaz dos Santos de abrir uma sociedade no ramo de contabilidade, aproveitando sua vasta experiência na contabilidade do banco, aceitou o desafio e assim reiniciaria a vida na próspera cidade de Jaguaquara de 1973. E com dona Lêda Santos Gomes, esposa fiel e companheira de batalha, tiveram mais 2 filhas, na fria cidade do Vale do Jiquiriçá, iniciando uma história contábil e de vida.

 

              A sociedade se expandiu, abrindo filial na cidade de Santa Inês ainda naquele ano, de modo que cada sócio assumiu um escritório, Sr Aurenor no escritório de Jaguaquara e o Sr Davi Vaz no escritório de Santa Inês, o qual, dois anos depois, abriu um novo escritório na cidade de Mutuípe, quando se desfez a sociedade, ficando a Orcontaf de Mutuípe com o co-fundador da Contabilidade Oriente e posteriormente a Orcontaf também em Ilhéus; e a Oriente em Jaguaquara e Santa Inês com o Sr Aurenor Gomes.

 

              O Sr. Aurenor seguiu com o escritório individual até o ano de 1995, quando realizou o sonho de formar um dos filhos no curso de Ciências Contábeis. Com a saúde debilitada, passou o bastão para sua filha Silmara Santos Gomes Muniz, que diante de tamanha responsabilidade, assumiu a direção junto com seu irmão e técnico em contabilidade, Silmar Santos Gomes, que já trabalhava com o pai, e deram continuidade ao trabalho desenvolvido pelo patriarca, com muito entusiasmo, empenho e dedicação, e encarando os desafios da nova revolução tecnológica que a ciência contábil estava por mergulhar.

 

              Sr. Aurenor, ou simplesmente Nonô, respeitado por todos, especialmente pelos filhos, para os quais lhes bastava um olhar para que fosse entendido, deixou um legado de ética, perfeccionismo, técnica, pontualidade e de administração, que ficou escrito nos alicerces da Contabilidade Oriente.

 

              Em cinco de agosto de 1996 veio a falecer um exemplo de empresário contábil, Sr. Aurenor, e exatos 2 anos depois sua companheira de vida, dona Lêda, mulher admirável, a qual jaguaquarenses ainda recordam de suas proezas artísticas e da sua caridade para com os mais necessitados.

 

              A Oriente atravessou momentos de grandes mudanças na forma e no contexto sócio-econômico-político da macro e da micro-região, viu os computadores invadirem as mesas, antes repletas de papel, não deixarem as cadeiras vazias, como muitos imaginavam, mas, pelo contrário, viu a necessidade de qualificar os seus colaboradores a fim de se antecipar às realidades que estavam por vir, passou e ainda passa por importantes transformações para os direcionamentos contábeis.

 

              Hoje a tecnologia da informação está arraigada nas nossas técnicas e nas novas formas de atender às necessidades das pessoas e das empresas, dos nossos clientes, sem os quais, não haveríamos de existir, nem hoje, e nem durante toda a nossa história, pois foram eles que nos ajudaram a escrevê-la.

 

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    A história da nossa empresa acompanha a história natural da contabilidade no Brasil. Da forma que valorizamos nossas origens, gostaríamos de compartilhar também a trajetória desta linda ciência aqui no Brasil:

   Em seus primórdios, a contabilidade se caracterizava por evidenciar a riqueza patrimonial de determinada pessoa. Esses registros eram feitos de forma bastante rudimentar, através de desenhos para representar a quantidade e com riscos, a qualidade, ensina Lopes de Sá (2006, p.22).

 

 

     Na medida em que a variedade de riquezas aumentava, as inscrições foram ficando mais complexas, surgindo então os “registros de escrituração contábil”. Nesses registros, calculava-se quanto se gastava para produzir, faziam-se previsões ou cálculos antecipados sobre a movimentação da riqueza e se escriturava tudo completa.

 

 

     A partir da Idade Média, a escrituração contábil caminhou para a sistematização, oferecendo maior rigor e complexidade em seus registros, ensina Lopes de Sá (2006, p. 24).

     Vale ressaltar, conforme pondera Cardoso (2006, p.277), que todo esse avanço valoriza ainda mais o profissional contábil que, frente a grandes mudanças sofridas desde então, trata de se atualizar. Nesse contexto, o contabilista precisa ser um profissional flexível e preparado para enfrentar os desafios de uma profissão na qual, além de evoluir continuamente, traz o germen da competição e de exigências que crescem a cada dia.

    Nesse contexto está a interferência tecnológica na contabilidade, mais especificamente a Tecnologia da Informação ou TI. Segundo Padoveze (2009, p.29), um “conjunto tecnológico à disposição das empresas para efetivar seu subsistema de informação e suas operações”.

 

     De fato, essa interferência tecnológica é significativa e positiva. Toda inovação nesse aspecto trouxe um grande avanço para a contabilidade.

     Segundo Palves (2011, p.01) a abertura de mercado, ocorrida na década de 80, possibilitou o acesso a inúmeros recursos antes desconhecidos no Brasil. Em pouco tempo tivemos grande mudança e a utilização de tecnologia de ponta, sistemas integrados, certificação digital, gerenciamento eletrônico de documentos, que garantem o controle e a gestão de negócios cada vez mais eficientes.

 

 

     Para Corrêa (1997), as empresas, cada vez mais, lançam mão da tecnologia para auxiliar seus gestores no processo decisório e na elaboração de planos estratégicos. Dentre várias alterações, está o surgimento de sistemas integrados de gestão empresarial, os ditos ERP (Enterprise Resource Planning). Estes sistemas, segundo o autor (1997), de uma forma bastante eficiente “cruzam dados que foram imputados nos seus mais diversos módulos, a fim de gerar relatórios detalhados sobre qualquer aspecto ou departamento de uma empresa”.

     O SPED – Sistema Público de Escrituração Digital foi outro passo importante e merece especial atenção pelos contabilistas. Este sistema consiste em transmitir eletronicamente para o governo federal os livros contábeis das empresas, ou seja, todas as informações do Livro de Apuração do Lucro Real (LALUR) e a Declaração de Informações Econômico-Fiscais de Pessoa Jurídica (DIPJ). Seus dados são transmitidos para o SPED, desobrigando as empresas de guardar todas as informações em papel PADOVEZE,( 2009, p. 217)

     O SPED Fiscal é um modelo de nota fiscal eletrônica adotada no Brasil, constitui um conjunto de escriturações fiscais e informações de interesse dos fiscos, das unidades federativas e da Secretaria da Receita Federal do Brasil.

Antiga Nota Fiscal

 

Nova Nota Fiscal

 

     O SPED, no âmbito da Receita Federal, faz parte do Projeto de Modernização da Administração Tributária e Aduaneira (PMATA) que consiste na implantação de novos processos apoiados por sistemas de informação e infra-estrutura logística adequada.(FAZENDA, 2011).

 

Fonte: Blog Gcont

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